Glossary of terms
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Air-gapped é um termo usado em redes de computadores para indicar um computador não conectado à internet. Dispositivos de computação air-gapped podem aumentar a segurança das carteiras digitais e costumam ser usados por corretoras ou instituições que usam “carteiras frias”. Dispositivos air-gapped podem requerer mídia removível, como um pendrive, para acessar e movimentar ativos digitais ou outros dados para um computador conectado à internet.
Armazenamento frio se refere a uma forma de armazenar ativos digitais e outros dados confidenciais offline. O armazenamento frio — ou “carteiras frias” — pode ser usado por corretoras de criptomoedas e instituições financeiras, titulares pessoas físicas ou outras empresas para reduzir o risco de roubo por acesso não autorizado ou ataques cibernéticos.
Um atestado é um tipo de comprovação emitida por uma empresa de contabilidade para atestar a veracidade de um conjunto de declarações. É diferente de uma auditoria, que verifica a precisão das demonstrações financeiras e costuma ser realizada anualmente por uma empresa de contabilidade autorizada.
Autenticação multifator (MFA) é uma função de segurança que utiliza duas redes blockchain para impedir que invasores obtenham controle sobre os ativos digitais de um usuário com facilidade. Os sistemas MFA fornecem autenticação para uma carteira digital ou aplicativo usando pelo menos duas credenciais de login independentes.
A Autoridade Monetária de Singapura (MAS) é o banco central e uma agência reguladora de Singapura. O MAS é responsável pela regulamentação monetária, bancária e de seguros e serviços financeiros. Além disso, o banco publica diretrizes para o registro de outros bancos no país.
Estabelecido em 1971, o MAS regula as políticas e define má conduta em termos do mercado financeiro. Seus regulamentos orientam os pagamentos, os mercados de capitais e outras agências reguladoras.
Uma blockchain (feminino, em português) é um livro-razão imutável e descentralizado, composto de uma série de blocos que armazenam um conjunto de dados sobre transações efetuadas em uma determinada rede de computadores, que são chamados de "nós". Os nós podem conter uma cópia da blockchain e confirmar a validade das transações, e alguns nós ajudam a proteger a blockchain por meio de processos conhecidos como mineração ou staking.
As blockchains são conhecidas por seus atributos abertos, imutáveis, transparentes e descentralizados, permitindo, em tese, que qualquer pessoa com uma conexão à internet participe da rede ou visualize as transações efetuadas on-chain.
As criptomoedas são um caso de uso comum da tecnologia blockchain, mas muitas empresas e setores poderiam se beneficiar da infraestrutura descentralizada. A blockchain pode ser usada para facilitar votações descentralizadas, prontuários eletrônicos, educação, compartilhamento de arquivos, governança, rastreabilidade, recompensas de fidelidade e muito mais.
As blockchains sem permissão, também conhecidas como blockchains públicas, não impõem restrições a quem pode entrar e participar da rede. As blockchains mais conhecidas — como Bitcoin, Ethereum e Stellar — são blockchains públicas. As blockchains sem permissão representam a camada fundamental para a próxima evolução de como valores e informações são transmitidos online.
Carteiras digitais são aplicativos que se conectam a redes blockchain ou bancos de dados proprietários, usadas para efetuar transações (como enviar um pagamento) ou armazenar ativos digitais — como USDC ou tokens não fungíveis (NFTs). As carteiras digitais geralmente são encontradas em dispositivos conectados e têm níveis variados de segurança e compatibilidade entre si e com vários aplicativos, com base na configuração.
Carteiras quentes são um tipo de software conectado à internet. São usadas para fazer transações on-chain, como enviar pagamentos aos clientes ou reequilibrar a liquidez nas corretoras. As carteiras quentes costumam guardar apenas os fundos necessários para efetuar operações diárias, porque são consideradas menos seguras do que as “carteiras frias”, que permanecem off-line e costumam guardar uma parcela maior dos fundos de uma organização.
Chave privada se refere a uma série de dados alfanuméricos que são atribuídos a uma carteira digital assim que ela é gerada. Uma chave privada é usada para acessar o conteúdo e controlar as ações de uma carteira, e qualquer pessoa com acesso à chave privada pode visualizar seu conteúdo e assinar transações como gastar tokens ou transferir NFTs.
A AML/CFT é uma iniciativa global conjunta que visa combater o terrorismo e a lavagem de dinheiro, envolvendo um conjunto de decretos para empresas e organizações usados para evitar graves consequências econômicas e violência contra civis no mundo inteiro. A iniciativa AML/CFT é apoiada por um grande número de países e também por organizações e agências governamentais, incluindo a ONU, UE, GAFI, FMI e outras.
Lavagem de dinheiro é o processo de transferência de dinheiro adquirido criminalmente, como o resultante de transações fraudulentas, corrupção ou suborno. O objetivo dessas transferências é encobrir a origem do dinheiro e fazer com que a aquisição pareça legítima. Financiamento do terrorismo é o processo de financiamento de redes e organizações terroristas. Hoje, os esforços para combater o financiamento do terrorismo são liderados por unidades de inteligência financeira (UIF) — agências governamentais especializadas que compartilham informações entre si.
Computação multipartes (MPC) é uma técnica de criptografia que permite que várias pessoas efetuem uma transação sem comprometer sua privacidade. Essencialmente, uma entidade em um grupo adiciona seus dados à computação sem revelá-los aos outros membros do grupo.
A criptografia MPC ajuda a resolver o problema de fazer com que as pessoas mantenham o controle sobre suas chaves privadas. A MPC, também conhecida como computação multipartes segura ou computação que preserva a privacidade, permite que os usuários autorizem transações coletivamente usando uma chave privada derivada de segmentos ocultos enviados por um grupo de entidades.
A computação multipartes permite que empresas e instituições aumentem sua segurança ao requerer que as transações da blockchain sejam autorizadas por mais de uma pessoa ou departamento.
Know-Your-Customer (KYC) — Conheça seu cliente — é uma diretriz e um procedimento regulatório que obriga as instituições financeiras, como parte do processo de verificação de antecedentes (CDD, na sigla em inglês), a examinar e verificar as identidades de todos os seus clientes periodicamente, para garantir que sejam verdadeiras e precisas. Bancos, corretoras centralizadas e outros provedores de serviços financeiros implementam procedimentos KYC para evitar casos de roubo de identidade, lavagem de dinheiro, financiamento de terrorismo e outras transferências ilícitas de fundos.
Contrato inteligente é um contrato autoexecutável que contém parâmetros definidos que determinam a execução automática de funções específicas. Os contratos inteligentes permitem que as transações ocorram sem precisar da execução de terceiros ou de intervenção manual.
Os contratos inteligentes são usados em aplicativos descentralizados (dApps) porque podem ser codificados para realizar ações de forma independente, desde que os padrões especificados pelos desenvolvedores sejam seguidos. Hoje, os contratos inteligentes já são usados em corretoras descentralizadas, serviços de empréstimos, tokens não fungíveis e muito mais.
Uma corretora de criptomoedas é uma plataforma para a negociação de ativos digitais, podendo também disponibilizar outros serviços, incluindo negociações com alavancagem ou contratos perpétuos.
As corretoras de criptomoedas podem ser centralizadas (CEX) ou descentralizadas (DEX). Uma CEX costuma utilizar livros de ordens para facilitar as negociações, enquanto a maioria das plataformas de corretoras descentralizadas é alimentada por Formadores de Mercado Automatizados (AMMs). Ao usar uma CEX, os usuários estão efetivamente transferindo o controle de seus fundos para a corretora até que sejam retirados. Com as plataformas de corretoras descentralizadas, o usuário permanece no controle dos ativos em suas carteiras digitais.
Uma corretora descentralizada (DEX) é uma plataforma de troca de ativos digitais que permite a negociação direta entre usuários ou o uso de pools de liquidez, sem depender de terceiros centralizados para facilitar as transações.
Criptomoeda é uma moeda digital que existe digitalmente nas redes blockchain, nas quais as transações são verificadas e os registros são mantidos por um sistema descentralizado usando criptografia, não por uma autoridade centralizada.
Cunhagem se refere ao processo de gerar (ou seja, emitir) novas unidades de um ativo digital específico e registrar sua presença em uma blockchain. Por exemplo, quando empresas e instituições financeiras verificadas depositam moeda fiduciária em sua conta do Circle Mint, uma quantia correspondente em USDC ou EURC é cunhada.
O dinheiro tokenizado representa um subconjunto de stablecoins, destinado a representar instrumentos totalmente respaldados por dinheiro e equivalentes a dinheiro altamente líquidos, como títulos do Tesouro dos EUA e outros ativos líquidos de alta qualidade. O USDC e o EURC são exemplos de dinheiro tokenizado. Essa categoria geralmente estabelece um contraste com os depósitos tokenizados, que são representações on-chain dos depósitos bancários tradicionais que operam sob o regime de reservas fracionárias.
Um endereço público é um código criptográfico que permite que os usuários recebam ativos em uma carteira de criptomoedas; é o endereço que outros usuários inserem para enviar transações para a sua carteira, como um endereço de e-mail. Um endereço criptográfico público consiste em uma mistura de letras e números, mas existem serviços que permitem que os usuários substituam sequências de caracteres difíceis de lembrar por títulos reconhecidos com mais facilidade, como "circle.eth".
Ao contrário das chaves privadas, as chaves e endereços públicos podem ser compartilhados com segurança com outros usuários para transações peer-to-peer e usados com ferramentas de análise da blockchain para entender o conteúdo de uma determinada carteira digital (mas não interagir com ele).
Finanças descentralizadas (DeFi) se referem a aplicações financeiras baseadas na tecnologia blockchain, projetadas para aumentar a inclusão financeira e a disponibilidade de ferramentas financeiras no mundo inteiro. O DeFi tem sido usado para plataformas de empréstimos e corretoras descentralizadas, contratos perpétuos, derivativos descentralizados e muito mais. As aplicações DeFi também podem usar contratos inteligentes para automatizar transações financeiras, com o objetivo de aumentar a eficiência do capital e a liquidez global.
Um Formador de Mercado Automatizado (AMM) é um sistema usado por corretoras descentralizadas (DEX) que permite que os usuários se tornem provedores de liquidez para facilitar negociações automatizadas. Nos mercados tradicionais, compradores e vendedores confiam em livros de ordens e formadores de mercado profissionais para executar as ordens.
Os formadores de mercado automatizados usam algoritmos para facilitar negociações de ativos entre pools de liquidez gerados com depósitos de usuários.
Uma frase de recuperação, também conhecida como frase-semente, é uma sequência aleatória de palavras fornecida ao usuário durante a configuração inicial de uma carteira digital. Permite que o usuário recupere o acesso à carteira caso o dispositivo em que está instalada seja perdido ou comprometido.
Mercados em Criptoativos (MiCA) é o regulamento da UE que rege a emissão de criptoativos e stablecoins e a prestação de serviços relacionados. O MiCA abrange emissores e prestadores de serviços, com o objetivo de proteger consumidores e investidores, garantir a estabilidade financeira e promover a inovação.
Moeda digital é uma forma de moeda que existe apenas em formato digital ou eletrônico na blockchain e pode operar sem depender da infraestrutura financeira tradicional.
Um instrumento de valor eletrônico, resgatável em dólares americanos na paridade de 1:1.
Uma Moeda Digital do Banco Central ou CBDC se refere a um tipo de ativo digital centralizado emitido por governos, geralmente por bancos centrais. As CBDCs podem ser consideradas um híbrido de criptomoedas e moedas fiduciárias, já que as CBDCs costumam usar a tecnologia blockchain para criar uma forma digitalizada de moedas nacionais. As CBDCs podem ser usadas para diferentes finalidades, inclusive como um meio de troca e reserva de valor.
Moeda fiduciária é uma moeda emitida pelo governo que não é respaldada em uma commodity como ouro ou prata, mas sim pelo governo que a emitiu. Se comparada a moedas baseadas em recursos fixos, como ouro ou prata, a moeda fiduciária fornece aos bancos centrais maior controle sobre a oferta monetária e variáveis econômicas relacionadas, como oferta de crédito, liquidez e velocidade de circulação da moeda.
Multiassinatura (ou multisig) se refere a um recurso de segurança compatível com os produtos da Circle que requer que duas ou mais pessoas (mas não necessariamente todas as pessoas possíveis) autorizem uma transação na blockchain antes de executá-la.
As carteiras de criptomoedas utilizam várias assinaturas para adicionar uma camada complexa de segurança. De modo geral, as carteiras de chave única podem ser comprometidas porque têm apenas um ponto de falha. Nesses casos, um invasor só precisa acessar uma única chave privada para assumir o controle.
Um nó de blockchain se refere a um computador ou servidor que armazena dados em uma rede blockchain e está interconectado com outros nós. A cada vez que uma nova versão de uma blockchain é confirmada, cada nó atualiza sua cópia para a versão mais recente. Alguns nós armazenam apenas uma parte da blockchain em seu armazenamento, mas também existem nós completos, que mantêm todo o histórico da blockchain.
Os mineradores interagem com os nós da blockchain sempre que uma nova transação precisa ser adicionada a um bloco. As transações armazenadas em blocos são transmitidas para os nós da rede; a seguir, os mineradores as verificam com base na validade da assinatura e nas informações subjacentes de cada transação.
Organizações Autônomas Descentralizadas (DAOs) são entidades encarregadas de controlar uma plataforma, rede ou produto sem uma hierarquia centralizada designada para tomar decisões. As DAOs podem supervisionar uma variedade de organizações e entidades, incluindo ativos digitais, protocolos DeFi, organizações beneficentes e muito mais.
A principal característica de uma DAO é a titularidade: trata-se de uma propriedade coletiva pertencente a todos os seus membros, em alguns casos proporcionalmente à titularidade de “tokens de governança”. Muitas DAOs têm sua própria tesouraria, cujos recursos são usados para promover ou preservar uma determinada organização ou entidade, e que só podem ser acessados por meio do voto dos membros.
As DAOs operam por meio de contratos inteligentes em uma blockchain. Os contratos inteligentes definem as regras que regem a organização. Os membros da comunidade que têm participação na organização podem aprovar uma mudança significativa dessas regras por meio de propostas e votos. Uma das maiores vantagens dessas organizações é a transparência. A maioria das DAOs são de código aberto; seu código pode ser visualizado pelo público e sua tesouraria pode ser analisada on-chain, o que aumenta a transparência.
Pontes cross-chain são aplicativos de software que usam um ou vários métodos para movimentar dados ou valores entre blockchains. Algumas pontes cross-chain requerem que a liquidez seja bloqueada na rede “de origem” para respaldar o valor dos ativos na rede “de destino”.
Um provedor de liquidez é uma pessoa ou entidade que deposita ativos em uma plataforma ou protocolo para facilitar a atividade DeFi. Os provedores de liquidez podem ser considerados formadores de mercado porque fornecem liquidez aos protocolos AMM, às vezes dentro de uma faixa de preço específica.
Um provedor de serviços de ativos virtuais se refere a uma ampla categoria de entidades envolvidas no ecossistema de ativos digitais. Conforme amplamente definido pelo Grupo de Ação Financeira (Gafi/FATF), os VASPs efetuam ou facilitam uma ou mais das seguintes atividades: conversão de ativos virtuais em moedas fiduciárias; conversão de diferentes formas de ativos virtuais; custódia, administração ou controle de ativos virtuais; e participação ou prestação de serviços financeiros relacionados a uma oferta ou venda de um ativo virtual.
Queima é o processo de retirar de circulação (ou seja, destruir) unidades de um ativo digital específico para reduzir sua oferta. Por exemplo, quando empresas ou instituições financeiras licenciadas resgatam USDC ou EURC junto ao emissor, os tokens são queimados e uma quantia correspondente é paga em moeda fiduciária.
Uma rede blockchain se refere a todo o sistema subjacente a um livro-razão distribuído e sua série de contratos inteligentes. É análogo ao livro-razão de um banco, mas garante sua integridade por meio de criptografia, validação descentralizada e de um registro permanente, em vez de simplesmente se basear na confiança.
A função dos contratos inteligentes em uma rede blockchain é facilitar as transações efetuadas pelos participantes da rede e automatizar sua gravação no livro-razão. Isso permite a criação de uma plataforma na qual os usuários podem efetuar vários tipos de transações, dependendo dos aplicativos desenvolvidos nela, e também em outras blockchains participantes.
Existem vários casos em que as redes blockchain que oferecem vários serviços colaboram entre si para criar um ecossistema maior. Nessas redes, os contratos inteligentes funcionam como uma ponte entre redes diferentes para permitir transações cross-chain.
Regime de reservas integrais é um sistema no qual todos os depósitos feitos em um banco ou instituição financeira são mantidos integralmente em reserva, e não emprestados para gerar rendimentos, como ocorre no regime de reservas fracionárias.
Em um sistema bancário de reservas fracionárias, apenas uma fração dos depósitos bancários precisa estar disponível para retiradas. É usado para viabilizar a concessão de crédito e promover a expansão da economia. No entanto, os bancos que operam sob o regime de reservas fracionárias são suscetíveis a corridas bancárias, em que os depositantes solicitam sacar quantias que superam o valor das reservas disponíveis e pode levar à falência do banco.
As soluções de camada 2 são protocolos construídos sobre a mainnet de uma blockchain existente, a camada 1, com o objetivo de aumentar a velocidade das transações e a taxa de processamento da blockchain principal ao lidar com as transações fora da camada 1. Ao mesmo tempo, continuam aproveitando a segurança inerente à mainnet da blockchain. As soluções de camada 2 constituem uma rede secundária em que as transações podem ocorrer independentemente da mainnet.
Stablecoins, como o USDC, são um tipo de criptomoeda projetada para permanecer atrelada a um ativo estável, como o euro ou o dólar americano, na paridade de 1:1.
Uma stablecoin de pagamento é um instrumento digital ao portador que confere ao seu titular o direito de resgatar um valor equivalente em moeda fiduciária, inclusive em caso de falência do emissor.
Tokens não fungíveis (NFTs) são itens digitais colecionáveis armazenados como dados na blockchain.
Um ativo fungível é um ativo que pode ser substituído por outros ativos semelhantes que são, essencialmente, a mesma coisa. Por exemplo, um USDC pode ser trocado por outro USDC. Um ativo não fungível é único e não tem contrapartes exatamente iguais pelas quais possa ser trocado.
Os NFTs podem ser obras de arte, música, vídeos, jogos e muito mais. Podem ajudar a verificar a titularidade usando assinaturas criptográficas exclusivas do ativo. Os dados da pessoa que gerou o NFT originalmente e uma lista de todos os titulares anteriores são registrados na blockchain.
Um validador de blockchain é uma entidade responsável por confirmar e verificar as transações na blockchain. A blockchain é um livro-razão público descentralizado para o registro de transações. Devido à natureza descentralizada das criptomoedas, não existe uma autoridade centralizada responsável pela verificação das transações.
Os validadores operam com base no modelo de consenso subjacente à blockchain. Para uma blockchain que utiliza Prova de Trabalho(PoW), os validadores atuam como mineradores e usam um alto poder computacional para resolver desafios criptográficos complexos. Para o modelo de consenso de Prova de Participação (PoS), os validadores "fazem staking" (travamento) de ativos e validam as transações para ganhar recompensas; se não agirem corretamente, correm o risco de ter seus ativos em staking revogados devido a validações incorretas.
Valor total bloqueado (TVL) é o total de todos os ativos digitais mantidos em protocolos de finanças descentralizadas (DeFi). O TVL também pode ser usado em referência ao valor dos ativos digitais mantidos em um protocolo ou ecossistema de blockchain específicos. O TVL pode ser usado como uma métrica para avaliar a integridade e o crescimento no setor de DeFi. Inclui todos os tokens depositados nos protocolos DeFi, oferecendo serviços que incluem staking, empréstimos, pools de liquidez e muito mais. O TVL é alterado quando os usuários fazem depósitos ou retiradas nos pools de DeFi.


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